Sketchbook Kirin Tor

Esse foi um pedido especial de um amigo que queria um livro onde ele pudesse guardar seus desenhos e criações e ao mesmo tempo tivesse inspiração na Facção de Magos Kirin Tor, do jogo World of Warcraft.

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As páginas foram pensadas para facilitar o desenho em mais de um tipo de material.  O papel é Alta Alvura em duas gramaturas, 75g/m2 e 120g/m2.

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As guardas são papel Tiziano da Fabriano.

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A foto borrou mas é a única que mostra o processo da capa. As placas de papel paraná e horle tem três camadas, que foram desenhadas para ter baixo e alto relevo  e acomodar bem todas as peças decorativas. O couro foi chanfrado e ajustado à capa.

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Os cabeceados são em cordas duplas, costurados em separado para não tensionar as páginas. Eu gosto muito do efeito das linhas usadas irregularmente sem um padrão definitivo, dá uma certa mágica.  =3

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Aqui o cabeado já fixo e visto com a capa.

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As peças decorativas são pregos latonados e placa de latão cortada na forma do símbolo de Kirin Tor.

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O símbolo se encaixa perfeitamente ao baixo relevo e é fixo com ciano acrilato (super bonder) de artesanato.

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Gostou? Faça um orçamento do seu livro. A Oficina Trifólio voltou a receber encomendas desde Novembro de 2016.

Abraços!

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Massas de modelagem #2: Epóxi

No primeiro post sobre massas falamos sobre a favorita do artesanato atual, a massa de polímero.

Hoje vamos falar sobre uma velha conhecida de quem já fez reparos de peças quebradas em casa, a Massa Epóxi.

Nossa marca consagrada.
Nossa marca consagrada.

Via Ferramentas Gerais.

Conhecida em inglês por Epoxy Putty, ou apenas Putty, a massa epóxi é uma liga bi-componente que seca apenas quando suas duas partes são misturadas até ficarem homogêneas. O tempo de secagem depende da massa, que é produzida com cura de 10 minutos até 24 horas.

Artesanato em epóxi simples, é muito resistente e gruda em quase todo tipo de material, permitindo muitas combinações.
Artesanato em epóxi simples, é muito resistente e gruda em quase todo tipo de material, permitindo muitas combinações.

Via ML.

A massa epóxi fica muito resistente depois da cura, sendo preferível trabalhar seus detalhes e textura antes da secagem, mas mesmo assim ela suporta lixamento e finalizações com tinta e verniz.

Miniatura em escala 1/10, 100% durepoxi.
Miniatura em escala 1/10, 100% durepoxi.

Via Arkon Arts.

É de longe a mais fácil de ser encontrada para comprar em casas de ferramentas e reparos. Mas se você quer esculpir com uma massa epóxi, pode se interessar por comprar marcas específicas para isso, que permitem mais detalhes e têm tempo de secagem mais amigáveis ao escultor.

Epoxy Putty de várias cores.
Epoxy Putty de várias cores.

Via 2Kps.

Uma das marcas mais populares para modelagem é a Green Stuff que é um bi-componente com partes azul e amarelo que resultam em modelos com uma tonalidade verde.

Miniatura de 32mm esculpida com Green Stuff.
Miniatura de 32mm esculpida com Green Stuff.

Via Starting Warhammer 40k.

Outras marcas especiais para esculpir são a Apoxie Paste, a ProCreate Putty e a Magic Sculp.

Cabeça do Alien, feita com Magic Sculp.
Cabeça do Alien, feita com Magic Sculp.

Via Modelers Social Club.

Deferentes puttys também podem ser usadas de forma combinada para tirar melhor proveito de suas propriedades.

"Conversão" de uma miniatura de resina usando puttys e materias diversos.
Modificação de uma miniatura de resina usando puttys e materiais diversos.

Via Green Stuff Industries.

Deêm uma olhada nesse excelente tutorial em português de escultura com massa epóxi feito por Jayme Henrique.

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Via SPModelismo.

Hora de desenterrar aquelas epóxi do armário e começar a brincar! =D

Tuto: encadernação japonesa, variações de costura de quatro pontos.

No último post mostramos as quatro variações tradicionais da encadernação japonesa de furos. Com alguma prática dessas técnicas é possível perceber que a encadernação japonesa é muito simples em sua essência, não importa qual variante você escolha fazer. Uma vez criada a disposição de furos e a ordem da passagem da linha podemos fazer muitos outros padrões baseados nos quatro tradicionais. Japanese-Bound-Books   Via Crazy Craft. Tudo que é preciso observar é qual será o tamanho da “lateral” reservada para fazer a costura em relação ao resto do livro em si.

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Variação da Yotusme Toji

Via Jenni Bick Book Binding. Por causa desse espaço gasto a maioria das encadernações nesse estilo são feitas na borda curta da página, gerando um livro em “modo paisagem”. 831a28d1e74917d543aeba79d1358cba Via Pintrest. Quando cursei a disciplina de História da Arte Medieval, eu parti desse mesmo modelo japonês, alternando apenas os materiais para encadernar o tomo de apostilas daquele semestre. Essa foi a variação que eu fiz. =) Medieval_Textbook_by_ynguer Via DeviantArt. Mas dá pra ir mais longe e fazer como a Becca e criar padrões totalmente novos, que formam desenhos na encadernação. Já mostramos em outro post a variante “Olho de cobra” criada por ela, que ela ensina como fazer nesse tutorial. jsb-snakeeye3 jsb_1 Via Becca Making Faces.

A Becca foi bem mais longe e criou uma infinidade de padrões que podem ser costurados em encadernações japonesas. Ela usa como suporte placas-pluma de espessura razoável para simular a lateral do livro, e que fica de excelente tamanho para guardar seus belos designs.

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Via Becca Making Faces.

Não é legal? Já fez bastante encadernações japonesas? Que tal variar e fazer seu próprio design? =)

Massas para modelagem #1: Polymer Clay

Atendendo a pedidos, vamos começar uma série de posts descrevendo as diversas massas usadas para modelagem e escultura.

Uma prática muito comum de artesãos encadernadores é esculpir as capas de seus livros e cadernos em alto relevo,  o que é perfeitamente compatível com encadernações do tipo capa dura e abre uma linda possibilidade artística nesse tipo de suporte.

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Via Beadinggem.

O material preferido para esse tipo de trabalho é a massa de polímero, mais conhecida como Polymer Clay.

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Via Wikipedia.

A massa de polímero tem a característica de não secar enquanto está sendo trabalhada e de ficar muito resistente depois de uma queima que pode ser feita em qualquer forno caseiro,  sendo que o tempo de cura e a temperatura depende do fabricante. O único porém é que para que a polymer clay fique elástica e fácil de ser trabalhada ela precisa ser condicionada, o que quer dizer que você precisa “sovar”  a  massa por alguns minutos antes de trabalhar com ela. É muito comum que escultores que a usam passem a massa por uma máquina de fazer macarrão antes de começar.

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Via Wikipedia.

Apesar disso, a polymer clay tem a facilidade de secar no momento que o escultor estiver satisfeito com a escultura e pode inclusive ir ao forno mais de uma vez, para secagem de adições posteriores de massa.  Além, é claro, de vir em uma gama variada de cores e permitir belas mesclagens entre elas.

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Colar “Moëbius Strip”.

Via Polymer Clay Daily.

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Mesclagem intrincada formando uma bela tigela.

Via Art in the Round.

A polymer clay também aceita trabalho de finalização com lixas, tintas e vernizes.

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Via Gabrielle Pollacco.

Além de poder ser misturada com uma gama de outros materiais.

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Via EBSQArt.

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Caderno feito com diversos materiais na massa de polímero.

Via EBSQArt.

Uma das marcas importadas preferidas pelos escultores é a Super Sculpey, mas podemos encontrar outras disponíveis no mercado nacional, como a Fimo, que é fácil de ser achada em papelarias e lojas de arte. 

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“Red Sonja” esculpida com Super Sculpey por Paolo Vieira.

Via Muddy Colors.

Minha recomendação vai para a marca nacional PVClay, que vem em pacotes bem em conta.

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Via Beatriz Cominatto.

Você já experimentaram alguma Polymer Clay? Conte pra nós sua experiência nos comentários. =)

TUTO: Óculos Steampunk.

Esse tutorial é da série Old-but-gold. Já circula há um tempo na internet, mas é tão didático que preciso compartilhar com quem ainda não viu.

Esse tipo de óculos é muito procurado por cosplayers em geral, e o acabamento sugerido no tuto é bem legal. =)

 

O tutorial é de autoria de Fenris the Red Wolf, usuário assíduo do Deviant Art. 

Espero que gostem. =)

Tuto: Fez o caderno e não sabe o que fazer com a capa?

Boa noite!

Me perguntaram a respeito de algumas ideias para a elaboração da capa. No primeiro post no blog vimos algumas instruções de como reutilizar materiais para fazer uma capa artesanal, e hoje vou repassar um tutorial bacana para fazer a arte gráfica de uma capa para ser impressa e encadernada. =)

O tutorial, de verdade, é para um poster. mas achei muito bonito e bem explicado, tanto em palavras quanto com imagens. Está em inglês mas é de fácil entendimento.

Clique aqui para visualizar o tutorial, da página YOU THE DESIGNER.

A ferramenta utilizada é o software Adobe Photoshop e sua criatividade. =) Ele mostra passo a passo como formar uma imagem elaborada contornando o texto, que você pode alterar para o uso que mais te convém.

Espero que isso sirva para gerar novas ideias em quem está afim de trabalhar capas no computador. Posteriormente vamos fazer tutoriais para trabalhar capas artesanais bem interessantes também.

Bom trabalho!

Variações tradicionais da Encadernação Japonesa

A encadernação japonesa feita com furos permite que você os distribua da maneira que desejar. Enquanto a tradicional simplificada que abordamos antes é feita com apenas quatro furos (Yotsume Toji) dispostos em uma linha reta pela lateral do livro, existem variantes que inserem mais furos para formar padrões mais complexos.

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Algumas variantes da costura Yotsume Toji, via List.co.uk

Uma da variantes simples, e ainda no rol das técnicas tradicionais é o padrão de costura Kangxi que incorpora mais um furo nas extremidades do livro, ligeiramente deslocados para fora, que quando costurados formam um duplo ponto de acabamento, idêntico ao do Yotsume Toji, mas duplicado. Essa encadernação também é conhecida como Koki Toji, ou a “Encadernação Nobre”.

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A Koki Toji ou Kangxi, via Designdly Kristi.

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Um rápido esquema de como costurar a Koki Toji. IKEGAMI, Kojiro. Japanese Bookbinding, Instructions from a master craftsman. 1986.

A “Casca de Tartaruga“, ou Kikko Toji, é um design mais complexo de conjuntos de três furos que são costurados entre si antes de serem integrados ao resto. Como resultado o padrão das linhas se assemelha aos padrões das cascas de tartaruga.

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Via LBFORGUES Papercrafts.

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Costura tartaruga. IKEGAMI, Kojiro. Japanese Bookbinding, Instructions from a master craftsman. 1986.

Veja também o tutorial da Tortoise Shell Binding do LBForgues.

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Diagrama da Kokki Toji, via LBForgues.

Outro padrão complexo da costura japonesa é a “Folha de Cânhamo”, a Asa-No-Ha Toji.

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Asa-no-ha Toji, via HKStevens.

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A costura da folha de cânhamo, ou Hemp Leaf Binding.
IKEGAMI, Kojiro. Japanese Bookbinding, Instructions from a master craftsman. 1986.

A Amphiam Photography também tem um tutorial bem ilustrado para essa modalidade.

Quando se entende a lógica das “entradas e saídas” da linha todas elas ficam igualmente simples de serem feitas. variando apenas em número de furos e ordem de entrada.

Se ainda tiver dificuldade, de uma olhada nos tutoriais em vídeo da Rose Newton, que ficaram muito instrutivos.

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As quatro variações, via Criative Bug.

No próximo post vamos mostrar as variantes modernas e artísticas da encadernação de furos japonesa. Até lá =)

Capas de pano da encadernação japonesa

Continuando a série de posts sobre a Encadernação Japonesa de Furos, ou como é conhecida em inglês Japanese Stab Binding, hoje vou falar um pouco sobre a capa que era tradicionalmente feita para esses livros.

 
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Fukuro toji, ou livro de “bolsão” encadernado, consistia de páginas dobradas ao meio, empilhadas e unidas pela lateral onde as pontas se encontram.
O motivo desse formato que cria bolsos de papel, é justamente eliminar a necessidade de legibilidade nos dois lados da folha.
Como os livros eram, originalmente, “impressos” em blocos de xilogravura, e a tinta utilizada era a base d’água, a impressão ficava aparente no verso da folha, inutilizando aquela face. 
Então a folha era dobrada e o verso escondido na dobra.
 
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Encadernação Fukuro toji via Wikipedia.
 
A capa geralmente tem a mesma estrutura das folhas uma única folha dobrada ao meio no mesmo tamanho do miolo. 
E pode ser feita em papel e pano.
 
O mestre da encadernação japonesa Kojiro Ikegami ensina a preparar uma peça de pano para fazer capas usando uma cola que seja liquida o suficiente para ser passada com o pincel mas firme, para não passar ao outro lado do tecido. Sobre ela se aplica papel japonês, geralmente Washi, e sela-se com uma ultima camada de cola.
 
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IKEGAMI, Kojiro. Japanese Bookbinding, Instructions from a master craftsman. 1986.
 
Essa técnica serve não apenas para ser usada como “capa-mole” mas também para dar firmeza a vários tipos de tecido que podem ser usados em outros modelos de encadernação.
Em inglês o termo “book-cloth” se refere a esse tecido com verso de papel, que pode ser comprado pronto ou preparado dessa maneira.
 
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Deem uma olhada também no tutorial da Paper Chipmunk, está em inglês mas amplamente documentado.
 
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Outra excelente maneira de se preparar tecidos para encadernação é utilizar entretela com cola. 
É um material de fácil acesso e dá uma boa firmeza para tecidos muito finos, que ficam mais fáceis de serem colados e dobrados.
 
Estou preparando alguns para uma peça especial. =)
 
 
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Mais encadernações japonesas em diferentes aplicações.
 
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Via Flirck.
 
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Yotsume Toji Binding, via Baxley Stamps.
 
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Tuto: Encadernação Japonesa I

Boa tarde!
Como estão? Eu passei alguns dias pesquisando tutoriais legais para compartilhar aqui, e decidi fazer um post sobre um tipo de encadernação que eu acho muito bonito e fácil de repassar (pelo menos o básico, sempre, né?).

Bookbiding via Jeny Carrington.

Essa costura bonita é conhecida como Encadernação Japonesa. Une blocos de folhas sem dobra e pode ser utilizada de diversas maneiras. Minha irmã mais nova passou a usar muito para finalizar trabalhos da faculdade. O acabamento pode ficar bem elegante e passar uma impressão melhor para professores e bancas do seu curso, como todo bom acabamento e preciosismo costuma passar.

Posteriormente pretendo fazer um post sobre estilos diferentes de encadernação, então nesse post vou focar apenas em tutoriais básicos deste modelo.

O primeiro é uma imagem do site Homemade Gift Made Easy, ensinando uma forma simples de reproduzir a costura em um bloco A5 horizontal com apenas dois furos:

Sugestão minha: no curto tutorial acima, a capa dura possui uma divisória. Provavelmente a capa em si foi recortada em papel Paraná, e dividida em duas partes, a faixa da costura e a capa em si. Usa-se manter as duas unidas com fita crepe e um espaço de poucos milímetros entre elas, e por fim encapar com o papel de preferência (papel japonês de origami fica muito bonito, ou papel de scrapbook).

Papel de Origami, via Flickr A Craft Tour of Porto.

Bonito né?

Mas esse tipo de encadernação pode ser bem mais complexo. Por isso nomeei como Encadernação Japonesa I, posteriormente pretendo achar ou fazer uma tuto de formas diferentes dessa mesma encadernação, mais complexas também. Mas já separei para essa postagem esse tutorial em vídeo extremamente bem explicado e filmado de uma encadernação Japonesa com 4 furos, feita pelo canal Sea Lemon, sugiro que vocês deem uma conferida nos outros tutoriais deles, são realmente muito bons.

Gostaram?

Agora só para deixar um gostinho de quero mais, vou deixar alguns exemplos de usos desse tipo de encadernação. Alguns básicos e outros bem avançados. E nos próximos tutos avançamos mais passinhos de formiga até os designs bonitos desse pessoal. Dá uma olhada:

Portfolio Sunset Park pela Graphic Standarts.

tumblr_maehvkutMq1qez2q6o1_1280.jpg (600×450)

SnakeEyes por BeccaMakingFace.

A encadernação do livro erótico ‘pleasure, pretty please’ de Stasia Burrington.

E o album fotográfico de Zoe Marie May.

Quatro exemplo de design para diferentes finalidades. Um mais bonito que o outro. Achei interessante o uso de uma costura tão tradicional e artesanal para o primeiro exemplo, que é bem moderno. E depois uma versão mais complexa no segundo, Snake Eyes, mas também muito bonita. O tutorial da SnakeEyes estará disponível semana que vem no Blog. =)

As últimas duas são bem femininas, e costuras mais simples também. Mas achei bonita a aplicação simples do vermelho na impressão em preto e branco do terceiro exemplo. É bem diferente do design requintado do último.

O que acharam? Já pensaram em algum uso para o trabalho de vocês?


Tutorial: Tirando molde do rosto.

Boa tarde!

Hoje especialmente para que curte trabalhar com modelagem em pequena e grande escala, vou compartilhar o tutorial da revista “Special Effects MakeUp”, como referência base para tutoriais que virão nos próximos dias. Disponibilizo aqui as páginas do livro e a tradução do tutorial, espero que gostem. =)

Materiais:

Pros-Aide (adesivo para pele)
Alcool
alginato (pode ser encontrado em casas especializadas para material de dentistas, adequado para alto nivel de detalhamento do molde)
ataduras de gesso (pode passar o gesso nas bandagens também)
vaselina
release agent (misturado com água na proporção de 1:1)
água morna
Gesso
clay (para tapar as narinas e outras aberturas quando despejar o gesso)
 
Ferramentas:
Pente
Tesouras
Lápis Vermelho (ou caneta com tinta a base de água)
Gaze, lenço facial de papel
algo para cobrir o corpo e as roupas e mantê-las limpas, pode ser sacos plásticos grandes ou toalhas de banho.
Fita adesiva
Cotonetes
Um recipiente para dissolver o Alginato
 
1 – Cubra o corpo inteiro da modelo (excerto a cabeça) com plástico para previnir que suas roupas fiquem sujas. Qualquer coisa grande o bastante para cobrir vai bastar, incluindo folhas de plástico or sacos de plástico translúcidos. Grude com durex as partes em que o plástico se une para evitar que o alginato vaze nas roupas da modelo.
2 – Amarre para trás o cabelo da modelo. Se a modelo tiver cabelos curtos use grampos para prende-los bem à cabeça ao invés de vestir uma bandana na modelo. Isso irá ajudar para que a modelagem de seu rosto fique o mais apurada possível.
3 – Cubra a cabeça da modelo com uma touca de látex e cole ela no lugar com Pros-aide para prevenir a criação de bolhas ou amassados. Se não tem acesso a uma touca de látex, use uma touca comum e aplique fita cirúrgica nas bordas. Ou como outra alternativa, faça a modelo usar uma touca de banho bem fina.
4 – Aplique vaselina para proteger o cabelo do lado das orelhas, isso vai prevenir o alginato ou o gesso a grudar.
5 – Da mesma forma, cubra os cílios e o olho com vaselina.
6 – Cubra as sobrancelhas com vaselina também.
7 – Traceje a linha do cabelo com uma caneta com tinta a base de água. Use uma cor de destaque. A tinta a base de água vai acabar manchando o interior do alginato, refletindo a linha de cabelo da modelo.
8 – Aplique água com sabão na touca de látex para evitar que o alginato grude. A água com sabão funciona como um líquido para desenformar o molde.
9 – Comece o processo de fazer o molde para a parte de trás da cabeça. Molhe as ataduras de gesso na água morna que deve estar na mesma temperatura que sua pele e permita as ataduras a amaciar.
10 – Aplique as ataduras de gesso na parte de trás da cabeça da modelo para que possa aderir ao contorno da cabeça.
11 – Quando tiver terminado de aplicar as ataduras na metade de trás da cabeça da modelo, de tapinhas na superfície para alisar e retirar completamente qualquer bolsa de ar, e então o gesso vai se encaixar perfeitamente na forma da cabeça. Aplique sabonete nas bordas das ataduras onde a metade detrás irá se sobrepor a da frente. Isso tornará mais fácil para remover as duas metades.
12 – Dissolva o alginato em água morna que deve estar na mesma temperatura que o lóbulo de sua orelha, ate o alginato ganhar consistência. Tome cuidado pois se a água estiver muito quente o alginato irá se solidificar muito rápido. Alginato tende a se solidificar rapidamente na pele, então tenha certeza que você completou todas as outras etapas e agora faltará apenas aplicar ele. Então pode prepara-lo todo de uma vez.
13 – Aplique o alginato começando pelo topo da cabeça  e alisando-o para baixo e para os lados. Comece com os olhos, nariz e boca. Cubra por completo a parte de trás da cabeça da modelo enquanto alisa qualquer parte do alginato que esteja escorrendo ou deformando até deixar somente as narinas destampadas para respirar.
14 – Quando o alginato estiver solido (não deve demorar mais que cinco minutos), repita o mesmo processo na frente do rosto. Cubra o resto do rosto com ataduras de gesso que acabaram de ser umedecidas na água morna.
15 – Corte uma atadura de gesso que seja pequena o suficiente para cobrir o nariz entre as narinas e aplique-o no nariz.
16 – Desenhe linhas de divisão onde a parte da frente e de trás se encontram para ajudar a encaixar as duas metades do molde depois que for removido.
17 – Use uma espatula ou faca para separar os moldes quando as ataduras de gesso tiverem endurecido.
Espero que tenham gostado. 🙂 Segue as páginas do tutorial original:
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